Distúrbio do Sono

A síndrome da apnéia/hipopnéia obstrutiva do sono (SAHOS) é caracterizada por obstrução parcial ou total das vias aéreas superiores, que leva a interrupções intermitentes da ventilação, alterações dos gases arteriais, do padrão normal . . .Leia Mais...

 

Apnéia

A síndrome da apnéia/hipopnéia obstrutiva do sono (SAHOS) é caracterizada por obstrução parcial ou total das vias aéreas superiores, que leva a interrupções intermitentes da ventilação, alterações dos gases arteriais, do padrão normal de sono, e conseqüentemente sintomas diurnos. O diagnóstico e tratamento precoce são importantes para evitar complicações graves, como retardo de crescimento, atraso do desenvolvimento, hipertensão pulmonar e morte. A SAHOS em pediatria é uma entidade diferente da vista em clínica médica por ter epidemiologia, quadro clínico, fatores de risco, fisiopatologia e tratamentos distintos.

A apnéia representa a parada total do fluxo aéreo por período de 10 segundos ou mais, podendo ser central, quando não ocorre esforço respiratório, obstrutiva, quando, apesar da parada no fluxo aéreo, o esforço respiratório está presente e mista . A hipopnéia difere da apnéia no sentido do fluxo aéreo estar somente diminuído e não ausente.

Tratamento para a Apnéia

Para os indivíduos com apnéia do sono obstrutiva, as primeiras medidas a serem tomadas são deixar de fumar, evitar o uso excessivo de bebidas alcoólicas e perder peso. Aqueles que roncam muito e engasgam frequentemente durante o sono não devem tomar tranquilizantes, medicamentos para dormir e outros sedativos. Os indivíduos com apnéia do sono central habitualmente são beneficiados com o uso de um respirador artificial, o qual é utilizado durante as horas de sono. A mudança de posição durante o sono é importante. Os indivíduos que roncam são aconselhados a dormir de lado ou com em decúbito ventral, com a face voltada para baixo.

O tratamento atual se divide em 3 modalidades, tendo como base a freqüência das apnéias (IAH), a presença ou não das anomalias anatômicas referidas, a fragmentação do sono, obesidade e idade entre outras.

1ª Modalidade: CPAP

O tratamento mais indicado numa grande parte dos pacientes é a prótese ventilatória - CPAP ou BIPAP, que consiste na aplicação de uma pressão positiva contínua (mediante um compressor de ar e máscara nasal) que mantém permeável a via aérea superior, impedindo seu colapso principalmente na fase inspiratória.

2ª Modalidade: Aparelho oral

É uma alternativa para o tratamento do ronco e da Apnéia Obstrutiva de leve e moderada intensidade. O ronco que afeta uma grande parcela de indivíduos em nossa sociedade criando problemas sociais e incômodo a outras pessoas, pode ser prenúncio de um sério problema médico. Nem todo roncador tem problema de apnéia, porém, quase todo indivíduo que tem apnéia é roncador. Conseqüentemente, o roncador pode estar escondendo uma importante apnéia.

O tratamento com aparelho oral é feito por um dentista especialista, habilitado à manusear aparelhos orais para tratamento do ronco ou da Apnéia Obstrutiva.

 

 

Após o exame do paciente avaliando a oclusão dentária, ATM (Articulação Temporo - Mandibular), hábito intra-oral, dentes, tecido periodontal etc, o dentista solicita radiografias panorâmicas e cefalométricas em três posições e modelos, definindo assim, qual o tipo de aparelho oral a ser indicado: reposicionador mandibular, retentor lingual ou outras modalidades de aparelho.

O aparelho oral é confortável feito de uma resina termo-elástica com um expansor metálico que permite o movimento lateral, vertical e reposicionamento protusivo da mandíbula, progressivamente até a eliminação do ronco ou da Apnéia Obstrutiva.

3ª Modalidade: Indicação Cirúrgica

A indicação cirúrgica representa a terceira modalidade de tratamento. A traqueotomia foi inicialmente utilizada, tendo sido abandonada por suas complicações, efeitos colaterais e o surgimento de outras técnicas cirúrgicas. A uvopalatofaringoplastia é geralmente utilizada em pacientes com obstrução a nível da orofaringe, podendo ser realizada por cirurgia convencional, a raio lazer ou, mais recentemente, por ondas de rádio freqüência que é uma forma de energia térmica de alta voltagem.

Outras modalidades de cirurgia são também indicadas em menor freqüência tais como: cirurgia maxilofacial com miotomia e suspensão do hióide na obstrução a nível da base da língua, osteotomia mandibular com avanço do genioglosso na obstrução a nível retroglossal; glossectomia na vigência de macroglossia; osteotomia mandibular e maxilar associada a tratamento ortodôntico entre outras.

E m alguns casos o tratamento deverá ser modificado na dificuldade da adaptação ou aceitação pelo paciente ou distintas modalidades terapêuticas poderão ser conjugadas ou associadas.

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Despertar preguiçoso, sonolência (dormir nas aulas, no recreio, etc.), dor de cabeça, diminuição da concentração, diminuição da motivação, rendimento escolar diminuído, ansiedade, irritabilidade . . .Leia Mais...

Narcolepsia A narcolepsia é caracterizada por episódios de sono recorrentes e de curta duração. A síndrome narcoléptica, além das crises de sono, é constituída por episódios de perda do tono muscular, fenômeno conhecido como cataplexia, paralisia do sono, alucinações hipnagógicas . . .Leia Mais...

Bruxismo

Definido como distúrbio de movimento estereotipado, caracterizado pelo ranger ou apertar dos dentes durante o sono. Pode ser observado em duas formas: o apertamento ou bruxismo cêntrico, caracterizado por episódios isolados de atividade muscular e o ranger de dentes, ou bruxismo excêntrico, com contrações rítmicas dos músculos mastigatórios, ou a combinação desses dois tipos. O bruxismo produz sintomas musculares, cefaléias e desgaste dental. O tratamento é feito com placas intra-orais, visando proporcionar posição articular estável e proteção dos dentes.

 

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Despertar confusional e distúrbio comportamental do sono REM

Ocorrem na interrupção do sono REM e a presença de tônus muscular durante o sonho ,neste distúrbio ,o paciente e capaz de machucar a si e ao companheiro ou companheira; o primeiro mais freqüente na infância, a criança fica com aspecto assustado, ,taquicardiaca, sudoreica podendo confundir com crises parciais complexas

Estes distúrbios descritos acima , são colocados na classificação de sono como parassonias e dissonias, que não apresentam necessidade a principio de tratamento , porem se levar a riscos o paciente e a qualidade de vida durante o dia , deve ser feito tratamento , na maioria das vezes se optando pelo uso de clonazepan.

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Eunurese

Consiste na micção involuntária durante o sono. Pode ser primária quando há persistência dos episódios após os 5 anos de idade, sem se ter conseguido o controle noturno. Diz-se se secundária quando ocorre o aparecimento de micção noturna involuntária em crianças que já tiveram o controle do mesmo durante seis meses. O tratamento nos casos primários, quando necessário, é feito com psicoterapia ou uso de imipramina. Na enurese secundária deve-se excluir lesões urológicas, neurológicas, metabólicas e psiquiátricas.
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Insônia
 
Insônia é o sono não reparador, insatisfatório, de quantidade inadequada ou de qualidade ruim. É a dificuldade de iniciar ou manter o sono, que leva a conseqüências para as atividades diurnas. A insônia deve ser vista como um sintoma e não uma doença. Ela pode estar presente em uma série de situações: patologias psiquiátricas, enfermidades médicas, alterações do comportamento, distúrbios do ritmo circadiano e outras patologias do sono. Em geral a queixa de insônia é mais freqüente nas mulheres, apesar do padrão polissonográfico ser mais alterado em homens. Sabe-se também que a insônia tende a aumentar com a idade. Investigações recentes mostram que 36% dos adultos americanos relatam dificuldade de pegar no sono. Desses, 9% relatam ter um problema crônico e 27% ocasional. Portanto, pode-se dizer que um terço dos americanos apresentam dificuldade para dormir e que 10% tem um problema grave e/ou crônico. Insônia no Brasil tem prevalência maior, em torno de 40%.
 
A fadiga crônica secundária à insônia leva a um aumento da freqüência de acidentes, dificuldade de concentração e memória, inabilidade de exercer atividades do trabalho. Quando as pessoas recebem tratamento para a insônia existe uma redução desses sintomas relacionados à fadiga.
Existe forte associação entre insônia e patologias psiquiátricas. 50% dos pacientes com queixa de insônia apresentavam um diagnóstico bem definido: depressão, ansiedade e abuso de álcool. Estima-se que o custo financeiro da insônia nos EUA é de 16 bilhões de dólares por ano.
Conheça alguns tipos de insônia:
·         insônia do início do sono (dificuldade de conciliar o sono);
·         incapacidade de manutenção do sono (despertares freqüentes);
·         despertar prematuro (insônia do fim do sono);
·         sono não-restaurativo (persistente sonolência, mesmo com duração normal do sono). 
Tratamento da Insônia
O tratamento da insônia depende de sua causa e gravidade. Os indivíduos idosos que apresentam alterações do sono relacionadas ao processo de envelhecimento normalmente não necessitam de tratamento, uma vez que essas alterações são normais. Como o tempo total de sono pode diminuir com o envelhecimento, os indivíduos idosos podem achar que o ato de ir se deitar mais tarde ou de se levantar mais cedo pode ajudar. Os indivíduos com insônia podem beneficiar-se permanecendo calmos e relaxados na hora que antecede o momento de dormir e tornando o ambiente do quarto propício ao sono.
A iluminação suave, o ruído mínimo e uma temperatura ambiente confortável são necessários. Se a causa da insônia for o estresse emocional, o tratamento para reduzir o estresse é mais útil do que o uso de medicamentos sedativos. Quando um indivíduo com depressão apresenta insônia, esta deve ser cuidadosamente avaliada e tratada por um médico. Por possuírem propriedades sedativas, alguns medicamentos antidepressivos podem melhorar o sono. Quando os distúrbios do sono interferem nas atividades normais do indivíduo e na sua sensação de bem-estar, o uso intermitente de medicações para dormir (sedativos, hipnóticos) pode ser útil.
Causas Farmacológicas de Insônia
As drogas consideradas metilxantinas, tais como a cafeína e a teofilina, as drogas simpatomiméticas como a efedrina, o álcool, os corticóides, as tiroxinas, alguns neurolépticos e antidepressivos, particularmente os modernos inibidores seletivos de recaptação da serotonina, todas elas têm grande potencial para causar a insônia.
substâncias
onde estão
álcool
Bebidas, alguns xaropes
cafeína
Bebidas, analgésicos, café, xaropes, antigripais, chocolate
teofilina
Remédios para bronquite, enfisema e asma
efedrina
Descongestionantes nasais, xaropes, antigripais
corticóides
Antinflamatórios e antialérgicos
neurolépticos
Sedativos
antidepressivos
Antidepressivos
tiroxinas
Remédios para tireóide e alguns para emagrecer
anorexígenos
Remédios para perder peso
Uma das informações muito úteis aos clínicos, é em relação aos anti-histamínicos e tranqüilizantes diazepínicos (Valium®, Diempax®, Diazepam®, Lorax®, Dormonid®...) podem causar efeito paradoxal em idosos, ou seja, podem produzir mais insônia ao invés de melhorá-la. Também o álcool, utilizado em pequenas doses por alguns idosos para induzir ao sono, pode ser uma das causas do sono fragmentado e de má qualidade.
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Mudança de Fuso Horário ou Jet Lag

Mudança de Fuso Horário ou Jet Lag compreende a experiência de alteração do ritmo circadiano (relógio biológico) mais comum das pessoas. Esta situação ocorre quando uma pessoa viaja através de várias zonas do tempo (ou fusos horários). Por exemplo, um típico vôo do Brasil para a Europa pode produzir sintomas desagradáveis por até uma semana ou mais. Estes sintomas incluem insônia, sonolência diurna, indigestão, irritabilidade e dificuldade de concentração. Algumas pessoas podem precisar de até uma semana para se ajustar com o novo horário, embora algumas se adaptem mais rapidamente dependendo do número de fusos horários envolvidos. A grande maioria das pessoas experimenta uma forma leve de Mudança de Fuso Horário duas vezes por ano quando ocorrem as mudanças de horário de verão.

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Narcolepsia

A narcolepsia é caracterizada por episódios de sono recorrentes e de curta duração. A síndrome narcoléptica, além das crises de sono, é constituída por episódios de perda do tono muscular, fenômeno conhecido como cataplexia, paralisia do sono, alucinações hipnagógicas. As manifestações da síndrome narcoléptica têm como substrato as alterações que envolvem o desencadeamento do sono REM, tanto noturno como durante o dia.

 
Alguns estudos epidemiológicos mostram prevalência de 0,02 a 0,06%, e, embora possa ocorrer em ambos os sexos, parece haver discreto predomínio nos homens. O início da doença pode ocorrer desde a infância até a idade adulta, principalmente na segunda década.
Tratamento para a Narcolepsia
Medicamentos estimulantes, como a efedrina, a anfetamina, a dextroanfetamina e o metilfenidato podem ser úteis no alívio da narcolepsia. Pode ser necessário o ajuste da dose para se evitar efeitos colaterais como espasmos, hiperatividade ou perda de peso. Por essa razão; o médico deve controlar rigorosamente o seu paciente no início do tratamento medicamentoso. A imipramina, um medicamento antidepressivo, normalmente auxilia no alívio da cataplexia.
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Pesadelos

Pesadelos são sonhos com forte conteúdo emocional, geralmente de caráter angustiante que ocorrem durante o sono REM e levam ao despertar. Não trazem conseqüências quando ocorrem esporadicamente, porém requerem tratamento quando freqüentes. Geralmente decorrem de conflitos emocionais, porém, podem ocorrer em diversas enfermidades ou após uso de drogas ou medicamentos que atuam no sono REM. Tendem a diminuir com a idade e parecem ter um componente familiar. Os fatores precipitantes podem ser: estado emocional, rebote do sono REM, drogas dopaminérgicas e retirada de drogas supressoras do sono REM (benzodiazepínicos).

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Sonambulismo

Consiste na execução de comportamentos motores durante o sono, desde sentar-se no leito, levantar-se e até deambular. Os episódios de sonambulismo ocorrem durante o sono de ondas lentas (delta) e geralmente terminam com o despertar do indivíduo, ou retornando para o leito e continuando a dormir. O sonambulismo não requer tratamento farmacológico, porém é fundamental a orientação do paciente e dos familiares, principalmente quanto ao risco que esse quadro oferece no que se refere aos acidentes. O familiar deve tentar levar o paciente de volta para a cama. O local em que o sonâmbulo dorme deve ser seguro para se evitar a ocorrência de acidentes.

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A Síndrome das Pernas Inquietas
 
A Síndrome das Pernas Inquietas (Restless Legs Syndrome - RLS) pode ser conceituada como uma condição clínica que se caracteriza por uma intensa necessidade de mover as pernas e algumas vezes, também outras partes do corpo, geralmente acompanhado por uma forte sensação de desconforto na perna ou na parte do corpo afetada. A RLS é desencadeada pelo repouso ou inatividade, estando o indivíduo acordado e sentado ou deitado. Os sintomas habitualmente melhoram ou desaparecem temporariamente com o movimento, seguindo um padrão circadiano, com sintomas mais intensos no fim do dia ou à noite, podendo se manifestar da maneira relativamente pouco intensa ou ainda produzir grandes alterações no sono do paciente e conseqüentemente na sua vida diária.
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Síndrome dos Movimentos Periódicos dos Membros
 
A Síndrome dos Movimentos Periódicos dos Membros consiste em episódios periódicos de contraturas súbitas dos membros, principalmente as pernas, durante o sono e algumas vezes enquanto acordado. Esta Síndrome afeta aproximadamente 5% da população e pode ser responsável por despertares freqüentes durante a noite com conseqüente fragmentação do sono. As causas são ainda desconhecidas. Existe uma íntima relação entre esta Síndrome e a Síndrome das Pernas Inquietas.
O diagnóstico é feito através da polissonografia e o tratamento é medicamentoso e específico para cada caso.
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Terror Noturno

O quadro de terror noturno também ocorre durante o sono de ondas lentas e se caracteriza pelo despertar súbito, quando o indivíduo senta-se na cama, com o olhar assustado, pálido, transpirando abundantemente. Nestes casos o paciente não faz referência a sonhos ou pesadelos e freqüentemente não se recorda do episódio.

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Transtornos do sono dos ritmos circadianos

Nesses distúrbios há um desalinhamento entre os padrões de sono do paciente e os esperados pelos hábitos sociais. Dentro deste grupo incluem-se mudança de fuso-horário, trabalhos em turnos com padrão incompatíveis com o ciclo de sono/vigília, síndrome de atraso e avanço da fase do sono.

Sintomas

Sonolência diurna / cansaço diurno

Roncar no sono

Redução da memória

Ganho de peso

Dor de cabeça matinal

Cefaléia

Boca seca ao acordar

Pressão alta

Palpitações

Falta de ar

Disfunção sexual

Irritabilidade

Déficit de atenção e aprendizagem na infância

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