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Noticia Dream Care

O cérebro durante o sonho


De acordo com a Associação Brasileira de Sono, o sono é um processo que envolve complexos mecanismos fisiológicos e comportamentais de vários sistemas e regiões. É um estado de repouso onde há suspensão temporário de atividade motora, entretanto algumas pessoas podem apresentar manifestações e inquietações durante o processo, causadas por distúrbios.

Longe de entrar em um limbo quando dormimos, algumas partes do nosso cérebro podem processar rotineiramente o que está acontecendo ao nosso redor e aplicar um sistema relevante de respostas.

Segundo estudos baseados nas teorias de Freud, os sonhos têm a função de ‘liberar’ elementos reprimidos como desejos e temores que nos envergonham, mas palpitam profundamente em nossa psiquê. Como não somos capazes de racionalizar e verbalizar esses conteúdos, deixamos eles saírem aos poucos, usando os sonhos como uma válvula de escape para manter um equilíbrio psicológico.

Algumas pesquisas indicam que sonhar é um dos processos que mais requerem imaginação. Baseado em imagens da atividade cerebral captadas durante o sonho, o estudo mostra que a atividade do hipocampo aumenta durante a fase do sono REM (sigla em inglês para Movimento Ocular Rápido, quando, de fato, nossos olhos se movimentam rapidamente, embora estejam fechados).

Você pode até imaginar que esse aumento da atividade cerebral nos deixe mais cansados, mas ocorre exatamente o contrário: graças a ele, nosso cérebro libera tensões e deixa fluir a informação presa. Por isso, ao acordar logo após um sonho, nosso hipocampo e nosso cérebro estão novinhos para receber novas informações que entrarão para serem processadas nesse complexo de máquinas.